22/01/2019 09:44 (atualizado em 31/12/1969 21:00)

Mais Médicos: ministério adia prazo para formados no exterior escolherem municípios Cronograma foi alterado em cerca de duas semanas. Brasileiros terão entre 7 e 8 de fevereiro para fazer a seleção entre as 1.460 vagas disponíveis. Já estrangeiros com diploma de fora do país podem escolher entre os locais remanescentes nos dias 18 e 19.

Foto: Reprodução/RBS TV

O Ministério da Saúde alterou em cerca de duas semanas o prazo para que médicos brasileiros e estrangeiros formados no exterior escolham municípios de atuação pelo programa Mais Médicos. Segundo anúncio feito pela pasta nesta segunda-feira (21), os brasileiros com diploma de fora do país devem escolher os locais onde irão trabalhar nos dias 7 e 8 de fevereiro; já os estrangeiros formados fora do Brasil terão os dias 18 e 19.

No cronograma anterior, os brasileiros formados no exterior deveriam escolher os locais de atuação nos dias 23 e 24 de janeiro, e os estrangeiros, nos dias 30 e 31. Existem 1.460 vagas disponíveis, de acordo com último balanço do Ministério da Saúde — cerca de 17% dos 8.517 postos de trabalho abertos na seleção para o Mais Médicos.

Confira o cronograma das próximas etapas:

31 de janeiro: Publicação da validação dos documentos dos brasileiros formados no exterior;

7 de fevereiro: Publicação da relação dos municípios com vagas remanescentes;

7 e 8 de fevereiro: Brasileiros formados no exterior escolhem vagas disponíveis;

12 de fevereiro: Publicação da validação dos documentos dos estrangeiros formados no exterior;

18 de fevereiro: Publicação da relação dos municípios com vagas remanescentes;

18 e 19 de fevereiro: Estrangeiros formados no exterior escolhem vagas disponíveis.

Formados no exterior

Segundo a pasta, 10.205 médicos brasileiros ou estrangeiros formados no exterior completaram a inscrição de participação no programa. Esses profissionais poderão exercer a medicina no país mesmo sem a revalidação do diploma.

O Ministério da Saúde abriu edital, em novembro do ano passado, para substituir os profissionais cubanos do Mais Médicos, depois que Cuba decidiu retirá-los do país. Nas duas primeiras etapas de seleção, puderam se inscrever apenas brasileiros com diploma registrado no país. As vagas remanescentes foram, então, oferecidas a médicos formados no exterior.

Criado em 2013, durante o governo Dilma Rousseff, para atrair médicos para as regiões mais afastadas do país, o programa atende cerca de 63 milhões de pessoas, segundo o Ministério da Saúde.

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Fonte: G1

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