05/03/2019 13:39 (atualizado em 31/12/1969 21:00)

Bolsonaro recebe Onyx para discutir retomada dos trabalhos do governo após o carnaval Presidente passou o carnaval em Brasília, na residência oficial da Presidência da República. Segundo ministro, TCU fará apresentação sobre governança em reunião ministerial no dia 14.

Foto: Divulgação / TV Globo

O presidente Jair Bolsonaro recebeu o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na manhã desta terça-feira (5) no Palácio da Alvorada. Segundo o ministro, o encontro foi marcado para discutir a agenda de trabalhos do governo após o carnaval.

Bolsonaro passou o carnaval em Brasília, na residência oficial da Presidência da República. O presidente tem previsão de voltar a despachar de seu gabinete, no Palácio do Planalto, a partir das 14h de quarta-feira (6).

Depois da saída de Onyx nesta terça, repórteres cinematográficos registraram um bate-papo de Bolsonaro com auxiliares na entrada do palácio. O presidente vestia bermuda e uma camiseta verde e amarela.

Após o encontro com Bolsonaro, Onyx afirmou que no próximo dia 14, quinta-feira da próxima semana, haverá reunião ministerial com uma apresentação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre governança pública.

“Ficou ajustado que a reunião ministerial vai acontecer na próxima quinta-feira, dia 14, já também com uma pauta de governança pública, que será uma apresentação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os melhores padrões de governança, que é o que o governo vem trabalhando desde a transição”, disse o ministro.

Desde a posse, em janeiro, Bolsonaro tenta manter o hábito de fazer reuniões semanais do conselho de governo, composto por ele próprio, pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelos 22 ministros de Estado. A maior parte das reuniões aconteceu às terças.

Reforma da Previdência

Onyx ainda afirmou que o governo está seguro em relação à aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, enviada por Bolsonaro ao Congresso Nacional.

O chefe da Casa Civil ressaltou que deputados e senadores farão ajustes no texto proposto pelo governo.

“Estamos muito seguros da nova Previdência, que apresentamos ao Congresso. Agora tem aquela fase de passar pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) da Câmara, depois a comissão especial e, aí, virão os ajustes que o parlamento seguramente deverá fazer”, declarou.

Em um café com jornalistas na semana passada, Bolsonaro admitiu que poderá aceitar a redução de 62 para 60 anos a idade mínima de aposentadoria para mulheres, proposta pelo governo.

A reforma começará a ser analisada na Câmara. Após passar por comissões, terá de ser aprovada, em duas votações em plenário, com os votos de ao menos 308 dos 513 deputados.

Em caso de aprovação, a PEC seguirá para o Senado, com a exigência de mais duas votações, com o apoio de 49 dos 81 senadores.

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Fonte: G1

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