Ainda que, desde 1981, o Dia Internacional da Paz
seja comemorado em 21 de setembro, o 1º de janeiro foi reconhecido pela
Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia da Confraternização Universal,
ou seja, da união e da paz entre os povos.
Paulo VI quis expandir a proposta para além da Igreja
Católica. De acordo com o documento elaborado pelo Papa, a verdadeira
celebração de paz só fica completa com o envolvimento de todos os homens. “A
proposta não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente nossa,
religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão
de todos os verdadeiros amigos da paz (...) uma humanidade consciente e liberta
dos seus tristes e fatais conflitos bélicos, que quer dar à história do mundo
um devir mais feliz, ordenado e civil”, escreveu na época.
Sendo assim, o principal objetivo da santidade e das Nações
Unidas foi o de acabar com as guerras e a violência em todo mundo. É importante
que todos celebrem não pensando apenas em si, mas promovendo ações que sejam
capazes de transformar as situações que gerem caos. Jorge Chediek, coordenador
residente da ONU no Brasil, realçou as principais missões da ONU. “A Organização
trabalha com a manutenção e promoção da paz, cooperação e direitos humanos de
todas as pessoas. A ONU tem toda área jurídica e institucional para promover
isso em nível global”.